Vivemos da memoria, que é a imaginação


Vivemos da memoria, que é a imaginação
do que morreu; da esperança, que é
a confiança visão no que não existe; do
sonho, que é a visão figuração do que não pode
existir. Nesta trindade de vacuo

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Identificação: bn-acpc-e-e3-133f-1-100_0147_73-R0150
Heterónimo: Não atribuído
Formato: Folha (19.3cm X 12.7cm)
Material: Papel
Colunas: 1
LdoD Mark: Sem marca LdoD
Manuscrito (pen) : Testemunho manuscrito a tinta preta.
Nota: , Texto escrito no recto de uma folha recortada. Apenas Teresa Sobral Cunha inclui este texto no corpus do "Livro do Desassossego".
Fac-símiles: BNP/E3, 133F-73r.1
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